Quanto sua empresa está perdendo por alugar do mesmo jeito?

Desky
4 de mayo de 2026
3 min de lectura
Quanto sua empresa está perdendo por alugar do mesmo jeito?
Os hábitos de trabalho mudaram, mas muitos contratos de escritório continuam sendo os mesmos. Quanto está te custando hoje esse modelo que você não usa mais da mesma forma?

Coworking e Espaços de Trabalho Flexível: A Realidade das Empresas em 2024

A maioria das empresas na América Latina já não opera como operava há 10 ou 15 anos. Porém, muitas continuam pagando por escritórios como se nada tivesse mudado.

Hoje, a realidade é outra:

  • Equipes híbridas que combinam dias de home office e presencial.
  • Presença parcial ou rotativa que faz com que nunca estejam todos juntos.
  • Colaboradores que trabalham de outras cidades ou países.
  • Cadeiras vazias metade do mês.

E enquanto isso, o contrato de aluguel segue correndo com o mesmo custo de sempre.

Não é uma questão filosófica nem de "moda trabalhista": é eficiência operacional.

O que está acontecendo na LATAM?

Em diferentes cidades da região, o cenário se repete: escritórios projetados para 50 pessoas, mas com apenas 15 usando em média.

Os números não fecham. O gasto fixo é desproporcional frente ao uso real.

Alguns exemplos que vemos atualmente:

  • Empresas que pagam mais de USD 6.000 mensais por escritórios que são usados apenas duas vezes por semana.
  • Espaços com até 60% de metros quadrados sem uso efetivo.
  • Equipes que preferem se reunir em coworkings pela proximidade, flexibilidade e conforto.

Enquanto isso, o orçamento vai embora em metros quadrados que não agregam valor.

O que fazem as empresas que já resolveram?

As companhias que entenderam o problema não eliminaram o escritório. O que fizeram foi mudar a lógica de uso:

  1. De contratos longos a sistemas flexíveis Reservam salas, mesas ou áreas privadas apenas quando precisam. Pagam pelo uso, não pela permanência.
  2. Design de esquemas híbridos com propósito Em lugar de um escritório central que fica vazio, combinam coworkings, salas por hora e passes por dia. Assim cada encontro tem um sentido: reuniões estratégicas, workshops, atividades de cultura.
  3. Otimização de custos e experiência Não se trata apenas de gastar menos, mas de melhorar a experiência do time. Menos deslocamentos desnecessários, espaços projetados para cada atividade e mais liberdade para escolher onde trabalhar melhor.

O resultado

As empresas que fazem essa mudança conseguem três benefícios imediatos:

  • Menos gasto fixo: deixam de sustentar um custo amarrado a metros vazios.
  • Mais liberdade para se mexer: adaptam seus espaços ao tamanho de cada projeto ou equipe.
  • Melhor experiência de trabalho: os colaboradores sentem que a infraestrutura acompanha sua forma de trabalhar, em vez de forçá-los a um esquema rígido.

Não se trata de eliminar o escritório. Se trata de usá-lo melhor.

O erro não é ter um espaço físico: o erro é pagar por metros vazios só porque "era assim que se fazia antes".

O futuro não são contratos eternos, mas espaços que se ajustam à realidade em transformação dos times. E nessa flexibilidade está a diferença entre um custo irrecuperável e um investimento que realmente impulsiona o negócio.